Entenda o que é, como funciona e como isso afeta o seu negócio.

 

Você provavelmente já ouviu falar de experiência do usuário e o próprio nome já é autoexplicativo. Mas como esse termo funciona na prática e como ele afeta o seu negócio?

Quando um usuário está conectado, ele pode acessar conteúdos de diferentes maneiras: através de celulares, computadores desktops, tablets, televisão etc. Os canais também são os mais diversos: sites, aplicativos, canais de tv e outros.

A primeira coisa a se compreender é que cada dispositivo e canal desses oferecem um tipo de interação específica para esse usuário e a forma como ele responde a esses estímulos são diferentes também. É só imaginar: quando a pessoa está usando um computador de mesa, por exemplo, essa pessoa pode estar em casa ou no trabalho, sentado em uma cadeira, com uma tela maior e em formato horizontal (widescreen) com um mouse e um teclado como ferramentas.

Agora, quando essa pessoa está no celular, ele pode estar em qualquer lugar, até mesmo andando na rua, usando apenas uma mão para segurar o aparelho e usando os dedões para digitar e navegar, vendo tudo em uma tela verticalmente alongada e relativamente pequena.

A maneira como ele manuseia os aparelhos é diferente. O mesmo acontece com o acesso ao conteúdo.

É ai que entra em cena a Experiência do Usuário (ou UX de User Experience).

A experiência do usuário está presente em qualquer plataforma que disponibilize conteúdo. Contudo, ela é muito presente no mundo mobile pois trata-se de uma nova interação do cliente com esse conteúdo.

O contexto é outro e a navegação deve acompanhá-lo. Trata-se de adaptar o seu conteúdo para gerar oportunidades de contato com o seu cliente.

Ou seja, a forma como o conteúdo é disponibilizado deve ser pensado para esse tipo de interação. Vai além de funcionalidade e praticidade, mas também contempla a experiência emocional desse usuário com a sua marca.

Para garantir uma boa UX, deve-se desenvolver uma interface simples de navegar, legível, rápida, intuitiva e que contemple todo o conteúdo relevante, mantendo a “cara” da marca.

Atente-se a excessos: informações e funções demais, além de pesar o aplicativo, irão ir contra uma boa experiência do usuário. Lembre-se: conteúdo relevante não significa muito conteúdo.

Veja aqui 10 Dicas para montar o seu aplicativo mobile.

Basicamente, todas as dúvidas e curiosidades do usuário devem estar contempladas no app e você ainda deve surpreendê-lo.

Algumas coisas que deve ter em mente ao bolar um app e garantir uma boa experiência (UX):

  • Aplicativos Nativos serão o seu melhor aliado. Entenda o que são aqui.
  • Cuidado com a publicidade: excesso de publicidade polui visualmente, afasta o seu cliente e o conteúdo que ele busca estará mais difícil de achar.
  • Tire o melhor proveito das funcionalidades dos aparelhos: câmera, GPS aliados à criatividade podem ajudar a criar funções únicas que atraiam seus clientes.
  • Elimine etapas: os usuários exigem rapidez e facilidade. Smart checkout, leitor de código de barras, cadastro ligado ao Facebook, geolocalização te ajudam a aumentar a sua taxa de conversão.
  • Inove: coloque no seu app algo além de e-commerce somente. Pense em algo ligado ao seu negócio que pode ser inserido no seu app que irá atrair ainda mais os seus clientes e diminuir a taxa de desinstalação.